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Ponto de vista: Adolescentes e repórteres

  • 7 de jul. de 2017
  • 2 min de leitura


Meu nome é Laura Beatriz Rodrigues Bianchini, tenho 12 anos e moro em Franca, São Paulo. Aqui quero apresentar meu ponto de vista sobre o projeto Pequenos Repórteres, desenvolvido na ONG Pedra Bruta, na qual estou estudando. Primeiramente eu não tinha interesse em ler jornais. Para mim era indiferente ler um jornal ou não. Se me perguntassem o que é uma notícia, eu responderia que são fofocas escritas em uma folha separada em partes para ganharem dinheiro.

Ao todo, com o início desse projeto, percebi que eu estava errada. Ler um jornal é se informar sobre o mundo, adquirir conhecimentos, entre outros. E o jornal não fica somente em folhas, também é apresentado na televisão, rádio e internet.

Os jornalistas João, Giovane, Mayara, Bruna e Sabrina dividiram nossa turma em grupos, eu estou no grupo do Giovane, que é a equipe texto. Mas também temos o grupo da Bruna que entra na parte das mídias sociais, o grupo da Mayara que aprendem sobre fotos e vídeos, o João que é do grupo de audiovisual e a Sabrina do áudio.

No meu grupo, aprendemos sobre como devemos escrever uma notícia, tendo seu início, meio e fim. Nosso portal é voltado aos adolescentes, temos que ter em pensamento que estamos produzindo notícias que adolescentes devem se interessar, mesmo sabendo que muitos não leiam jornais, notícias, etc.

Não devemos apresentar erros ortográficos em uma notícia, e devemos levar a sério nosso papel como "pequenos repórteres", para que nos vejam como jornalistas, e não pré-adolescentes escrevendo sobre qualquer coisa!

Aprendemos a entrevistar os personagens de uma notícia, coletar fatos e em partes 'montar' uma notícia. As notícias não devem conter opinião de nós jornalistas, apenas pesquisas, entrevistas e as principais informações.

Os jornalistas nos dão uma oportunidade imensa de aprendermos sobre a parte da escrita, o que tem por trás de um jornal, além de que despertam nosso interesse por ler, escrever, etc.

No total, temos um site na internet, uma página no Facebook e um canal no YouTube. Nossos grupos não são completamente 'separados', o jornal impresso(escrito) é publicado nas redes sociais, o que nos une ao grupo das redes, que também escreve. O grupo de televisão e imagens se unem ao nosso pela parte de publicarem na internet, precisarem 'escrever' uma notícia para gravarem, além de precisarmos de imagens para as notícias, e o áudio se une a televisão para emitir som.

O portal na internet foi criado por adolescentes tratando de notícias comuns, algumas que devem ser tratadas de modo sensível, como o suicídio e o jogo da baleia azul, outras para apresentar opiniões, como os adolescentes na internet.

De forma bem resumida, é assim que vejo esse projeto dos jornalistas na ONG, assim que entendo tudo.

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